Uma coisa nova acontece comigo há uma hora e quarenta e cinco minutos. Pela primeira vez na minha vida trabalhística, estou de férias!
OBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
Eu não imaginava que fosse aquele sentimento parecido com o que temos quando estamos de férias da escola. Mas é! Igualzinho.
Aquela coisa boa, mas estranha, porque amanhã não precisarei acordar cedo, não terei muitas obrigações, não vou ter horário para dormir, posso passar madrugadas acordada, não precisarei almoçar na hora do almoço, e posso ficar dias sem tomar banho!
Só falei coisa boa, né (tirando os dias sem banho). A coisa estranha é que, assim como nas férias escolares, já estou com saudade das pessoas.
Mas tem hora que é até bom sentir saudade!
Quinta-feira, Outubro 01, 2009
Terça-feira, Setembro 29, 2009
Vendo um pé de meia
Eu sou uma pessoa meio folgada. E eu detesto usar sapatos. Sinto calor demais no pé. E sandálias são muito desconfortáveis. Até Havaianas me incomodam. Só não fico descalça em casa. É porque o chão é frio. E às vezes fico semanas sem limpar o chão. Então não recomendo nem a mim mesma andar descalça pela minha casa. Meu pé pode ficar preto e a época do pé e dos joelhos ficarem pretos já passou, né, Ludmilla, você é uma pessoa crescidinha.
Só que eu fico numa boa descalça no trabalho, descalça na praia, descalça na casa dos outros.
Além de folgada e com calor no pé, sou estabanada.
E deixei minha meia cair do quinto andar. Ela simplesmente pulou da minha mão. E meu chulé nem estava tão ruim assim.
Aí fui embora para casa com um pé com meia e o outro sem. Desconfortável. Mas o pé sem meia ficou mais espaçoso dentro do tênis.
Eu não sei direito onde a meia caiu, estava escuro. Era noite. Mas o tênis estava me incomodando demais. Se não houvesse tanto verme e cocô no mundo, eu só andaria descalça.
O que eu faço com o pé de meia que sobrou? Uso para coar café?
Só que eu fico numa boa descalça no trabalho, descalça na praia, descalça na casa dos outros.
Além de folgada e com calor no pé, sou estabanada.
E deixei minha meia cair do quinto andar. Ela simplesmente pulou da minha mão. E meu chulé nem estava tão ruim assim.
Aí fui embora para casa com um pé com meia e o outro sem. Desconfortável. Mas o pé sem meia ficou mais espaçoso dentro do tênis.
Eu não sei direito onde a meia caiu, estava escuro. Era noite. Mas o tênis estava me incomodando demais. Se não houvesse tanto verme e cocô no mundo, eu só andaria descalça.
O que eu faço com o pé de meia que sobrou? Uso para coar café?
Segunda-feira, Setembro 28, 2009
Francês, francês, férias
Eu coloquei dois livros aí na lista dos que estou lendo, mas na verdade, acho que vou parar tudo e ler um que está escrito em francês.
Ai, falando nisso, lembrei que tenho de entregar um trabalhinho do francês para minha professeur.
Nesta semana, minha última antes das férias, eu entro todos os dias à tarde.
Agora me dá licença que começou o Bob Esponja.
Ai, falando nisso, lembrei que tenho de entregar um trabalhinho do francês para minha professeur.
Nesta semana, minha última antes das férias, eu entro todos os dias à tarde.
Agora me dá licença que começou o Bob Esponja.
Domingo, Setembro 27, 2009
Foi só um sonho. Que não acabou
Noite passada eu tive um sonho muito realista. Só que era só meu sonho, só minha imaginação. Uma pena. Eu estava tomando as iniciativas no sonho. Todas elas. Era tão fácil e simples e rápido e legal.
Mesmo assim eu acordei feliz, mesmo sabendo que o sonho seria algo quase impossível de ser realizado.
O dia de hoje foi bom. Tive um sonho bom. Acordei cedo. Peguei um ônibus vazio. Sentei na frente de uma menina que cantava bem alto. Só fui perceber que era "Banana Pancakes" depois de um tempão. Se eu tivesse coragem, cantaria junto. Quer dizer, eu cantei junto, mas não cantei tão alto.
Ela cantava com uma voz meio estranha. De gente que ouve música no fone de ouvido. Que nem a putinha naquele filme de mulherzinha (vá direto para os 3:33):
Depois, na aula, eu falei um pouco de francês, ouvi também, escrevi também. Na volta, vim falando besteiras. Destas que a gente fala quando temos colegas que mal conhecemos.
Virando a esquina do meu quarteirão, comprei um colar de um moço que tem cara de músico peruano, mas que deve ter trocado de ramo. Vender aquela música de Celine Dion com som de flauta peruana já não deve dar tanto lucro. Ele precisava de dinheiro para alugar uma quadra de futebol. Como era por uma boa causa, não resisti e comprei. Acho que nunca vou usar este colar na vida.
Passei na livraria e pedi um livro, mas não tinha mais. Fiquei até aliviada, senão acabaria comprando. É que eu vou comprar livros nas minhas férias. E não vou passar minhas férias comprando livros na livraria do meu quarteirão.
Chega do meu quarteirão, por enquanto. Vou ali verificar se o Brasil tem um quintal mesmo.
Também quero ver se o pão é doce. E também quero experimentar o café de uma tal máquina misteriosa. Também quero conhecer o Metrópole usando meu All Star, que já está encardido. Também quero saber o que é mamar no jacaré.
Mas isso ainda pode esperar. Por enquanto, quero saber quem pode cuidar da minha fazendinha, do meu girassol, da minha violeta, do meu ficus. O orégano morreu.
Também quero saber onde tem máquina fotográfica boa e barata. E com garantia.
E enquanto tudo não acontece, enquanto tudo é só um sonho, eu encontro novas músicas preferidas. A mosca morta está com disco novo:
Mas eu ainda prefiro esta:
Mesmo assim eu acordei feliz, mesmo sabendo que o sonho seria algo quase impossível de ser realizado.
O dia de hoje foi bom. Tive um sonho bom. Acordei cedo. Peguei um ônibus vazio. Sentei na frente de uma menina que cantava bem alto. Só fui perceber que era "Banana Pancakes" depois de um tempão. Se eu tivesse coragem, cantaria junto. Quer dizer, eu cantei junto, mas não cantei tão alto.
Ela cantava com uma voz meio estranha. De gente que ouve música no fone de ouvido. Que nem a putinha naquele filme de mulherzinha (vá direto para os 3:33):
Depois, na aula, eu falei um pouco de francês, ouvi também, escrevi também. Na volta, vim falando besteiras. Destas que a gente fala quando temos colegas que mal conhecemos.
Virando a esquina do meu quarteirão, comprei um colar de um moço que tem cara de músico peruano, mas que deve ter trocado de ramo. Vender aquela música de Celine Dion com som de flauta peruana já não deve dar tanto lucro. Ele precisava de dinheiro para alugar uma quadra de futebol. Como era por uma boa causa, não resisti e comprei. Acho que nunca vou usar este colar na vida.
Passei na livraria e pedi um livro, mas não tinha mais. Fiquei até aliviada, senão acabaria comprando. É que eu vou comprar livros nas minhas férias. E não vou passar minhas férias comprando livros na livraria do meu quarteirão.
Chega do meu quarteirão, por enquanto. Vou ali verificar se o Brasil tem um quintal mesmo.
Também quero ver se o pão é doce. E também quero experimentar o café de uma tal máquina misteriosa. Também quero conhecer o Metrópole usando meu All Star, que já está encardido. Também quero saber o que é mamar no jacaré.
Mas isso ainda pode esperar. Por enquanto, quero saber quem pode cuidar da minha fazendinha, do meu girassol, da minha violeta, do meu ficus. O orégano morreu.
Também quero saber onde tem máquina fotográfica boa e barata. E com garantia.
E enquanto tudo não acontece, enquanto tudo é só um sonho, eu encontro novas músicas preferidas. A mosca morta está com disco novo:
Mas eu ainda prefiro esta:
Sexta-feira, Setembro 25, 2009
Não leia a última frase
Acabei de terminar de ler "As Intermitências da Morte", de Saramago. Genial! Estava esperando algo parecido com "Ensaio Sobre a Cegueira" ou "Ensaio Sobre a Lucidez", aquela coisa que começa pequena e de repente vira um caos, mas não veio nada disso.Bom, é uma história que começa pequena e vira um caos, sim. Só que outro tipo de caos, do nada começa outra história meio estranha, e você só vai entender o livro inteiro depois de ler a última frase, na última página.
Portanto, se você ler o livro, recomendo (espero não ter dito algum spoiler) que guarde todas as suas curiosidades e não leia a última frase antes de terminar. Senão vai perder toda a graça.
Eu nem consegui conter meu "há!" depois que li esta última frase do Saramago. Mas é que eu também sou bobinha e sempre me surpreendo, exceto quando estou assistindo a filmes. Os livros me enganam mais facilmente. O vídeo da mulher louca pedindo para que joguem o chip dela também me engana.
Pois voltando ao Saramago, estava no ônibus quando terminei de ler. Nem fiquei olhando para os lados, mas acho que me olharam desconfiados. Eles não estão acostumados, mas eu já me acostumei com estas minhas interjeições em público. Lendo Saramago, que é genial então, nem ligo, tenho de externar minhas satisfações.
Sobre ler a última página
Quando eu era criança, eu não conseguia me conter. Meus dedos ganhavam vontades próprias e, lentamente, abriam a última página do livro. Primeiro, o número da página. Depois, só um tiquinho, só uma palavra. E fechava. Voltava para a página que estava.
Só que a tentação continuava. Abria de novo. Os olhos meio que fechando, as mãos por cima das letras, para que eu não lesse nada sem querer.
Passava um tempo e a coisa estava feita. Já tinha lido a última frase.
Hoje eu me controlo. E hoje eu me surpreendo mais. Só que quando era criança, eu fingia que tinha esquecido o final, só para não perder a surpresa. Mas mesmo assim o Saramago é gênio.
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Quase férias
A lista de livros do lado está tão desatualizada, tadinha. Mas eu acho que perdi a conta dos livros que li depois do 1984. Um dia eu atualizo com calma. Talvez no domingo.
Esta animação UP é muito triste e melancólica, quase melou meu final de semana se não fossem as promessas das minhas férias. Pronto, já achei um tema para falar no post de hoje.
Sobre as minhas férias
Pela primeira vez na minha vida pós-estudantil, vou tirar férias. Pois como é a primeira vez, quero fazer tudo, aproveitar todos os dias.
Pensei em mil coisas, fiz mil planos. Mas ainda tenho dúvidas. Mas não adianta me dar sugestões porque piora.
Certeza, só tenho uma: vou viajar.
Esta animação UP é muito triste e melancólica, quase melou meu final de semana se não fossem as promessas das minhas férias. Pronto, já achei um tema para falar no post de hoje.
Sobre as minhas férias
Pela primeira vez na minha vida pós-estudantil, vou tirar férias. Pois como é a primeira vez, quero fazer tudo, aproveitar todos os dias.
Pensei em mil coisas, fiz mil planos. Mas ainda tenho dúvidas. Mas não adianta me dar sugestões porque piora.
Certeza, só tenho uma: vou viajar.
Segunda-feira, Setembro 14, 2009
Como foi o VMA para mim
Uma mulherzinha loira ganhou o prêmio, aí o negão subiu no palco e falou que o prêmio tinha de ser da Beyoncé. Eu também acho, a loirinha era muito mosca morta, e ainda falou que canta country.
A loirinha ficou triste e cortaram o microfone dela. Mas depois ela se recuperou, pôs um vestido vermelho, cantou no metrô e subiu num táxi no meio da rua.
Aí teve aquele traveco da Lady GaGa que amarrou bem as coisas, botou um colant e jogou sangue no olho e enforcou o braço.
Depois a Beyoncé dançou com um maiô muito massa, e a mãozinha, e o pescoço quebrado, e super legal, aí fui dormir.
Chega, né. Muito adolescente para mim.
A loirinha ficou triste e cortaram o microfone dela. Mas depois ela se recuperou, pôs um vestido vermelho, cantou no metrô e subiu num táxi no meio da rua.
Aí teve aquele traveco da Lady GaGa que amarrou bem as coisas, botou um colant e jogou sangue no olho e enforcou o braço.
Depois a Beyoncé dançou com um maiô muito massa, e a mãozinha, e o pescoço quebrado, e super legal, aí fui dormir.
Chega, né. Muito adolescente para mim.
Terça-feira, Agosto 25, 2009
Sem cultices, por favor
Agora eu tenho um All Star.Eu, que sempre falei que usar All Star é coisa de gente que se acha cult. Coisa de gente brega.
Piorando: agora eu tenho um All Star xadrez.
Eu, que sempre dizia que calça xadrez e All Star xadrez é coisa de gente cult, gente brega, chata, afetada.
Para provar que eu não estou ficando maluca, e que nem me estou achando a cult, tenho uma explicação.
É que agora, All Star xadrez é super popular. Andei observando na rua, e até aquelas mulheres-clichês usam.
Mas isso também não quer dizer que eu sou clichê. Vou usar All Star xadrez com fitinhas coloridas de cetim no lugar do cadarço.
Mas não vai ficar cult, não. Que isso.
Sábado, Agosto 15, 2009
In Repair
Como diria aquela letra do John Mayer, I'm in repair.
Só que tem muitas músicas, muitas letras, muitas histórias espalhadas por aí.
Toda vez que lembro de letras que poderiam se encaixar em algum momento da minha vida, lembro da teoria da indústria cultural.
E o rosto da mulherzinha, a professora que me ensinou sobre indústria cultural e chupava balinhas de morango ácido, que me dão água na boca até hoje, só porque ela estava grávida e tinha desejo de chupar balas ácidas durante o horário da aula, me vem à lembrança.
Tem pessoas ruins que passam pela vida da gente. Só que tem pessoas boas também.
É ruim quando a gente perde uma amizade com uma pessoa boa.
É por isso que eu sinto muito.
Só que tem muitas músicas, muitas letras, muitas histórias espalhadas por aí.
Toda vez que lembro de letras que poderiam se encaixar em algum momento da minha vida, lembro da teoria da indústria cultural.
E o rosto da mulherzinha, a professora que me ensinou sobre indústria cultural e chupava balinhas de morango ácido, que me dão água na boca até hoje, só porque ela estava grávida e tinha desejo de chupar balas ácidas durante o horário da aula, me vem à lembrança.
Tem pessoas ruins que passam pela vida da gente. Só que tem pessoas boas também.
É ruim quando a gente perde uma amizade com uma pessoa boa.
É por isso que eu sinto muito.
Terça-feira, Agosto 11, 2009
Tchotecontar
Neste ínterim (uma vez eu quase tive uma chefe que repetia esta palavra de 10 em 10 minutos, acho até legal dizer 'ínterim', dá um ar cult para as coisas corriqueiras da vida), olha o que aconteceu:
Tranquei a academia por um mês; Mas foi por uma boa causa, é que eu resolvi fazer francês. Terminei de ler "1984"; Mas tem um livro me dando a maior gastura, é o "Mais uma vez". Resolvi passar mais tempo sozinha, ou melhor, mais tempo comigo mesma; Mas esta resolução não vai durar muito tempo. Eu me conheço, talvez.
Ai como sou poética.
Ai como sou poética.
Sábado, Junho 13, 2009
Je m'appelle Stella
Ontem fui ao cinema assistir ao "Stella". Ótimo.E hoje fui assistir ao "Minhas Adoráveis Ex-namoradas". Chato.
Ai, acho que virei uma cult mesmo. Agora só falta a calça xadrez, o All Star e os óculos de massinha.
Não tenho mais jeito na vida, é o fim.
Pois então vou falar de "Stella", que eu gostei. É a história de uma menina francesa pobre, filha de pais doidões, donos de um bar, que consegue estudar em uma escola de ricos em Paris.
Ela mora em um ambiente totalmente adulto, pobre, boêmio, prostituído, alcoólico. E estuda em uma escola totalmente hostil, rica, cocô, difícil, desafiadora.
Então ela arruma uma amiga muito gente boa. Destas amigas de verdade.
O filme é falado em francês, ainda bem, e é muito gostoso entender pedaços de frases. Queria aprender mais. Queria saber falar grego também. Quero muito precisar de um dia poder falar grego.
Voltando ao filme, é tão bonito, mas tão bonito, também tão triste, mas tão triste, e com tanta esperança, mas tanta esperança, que gostei.
Quarta-feira, Junho 10, 2009
Mas sou limpinha
Ontem fui ao dentista e ele me falou que, infelizmente, não tenho nada.
Viu só? Sou uma pessoa higiênica!
Viu só? Sou uma pessoa higiênica!
Terça-feira, Junho 09, 2009
Mico na academia
Quando as pessoas sentem vergonha de coisas que elas mesmas fizeram, o normal é esconder. Negar até a morte. Só que, como eu gosto de me fazer de psicóloga, vou falar de uma coisa que me deixou morrendo de vergonha hoje. É que eu acredito que conversar sobre assuntos vergonhosos pode nos livrar do medo da vida. Bom, psicologia à parte, vamos ao que interessa. Neste post eu vou falar do...
...dia em que caí da esteira.
Foi hoje. Ah, mas é claro, estava dando gargalhadas na tal velocidade 8.5 (não sei qual é a equivalente em metros por segundo ou quilômetros por hora).
Eu já contei aqui que as esteiras da minha academia têm televisão. A cabo.
Subi em uma delas, determinei a velocidade, meu peso e o tempo. Na hora que aquela engenhoca super moderna começou a levantar voo, mudei de canal e achei Warner, acho. Não importa, o que interessa é que estava passando Friends. Aquele que é Ação de Graças e eles resolvem jogar futebol americano.
Ah, gente, caí na gargalhada. Literalmente.
Eu lembro do acontecido em câmera lenta. Na hora que aquela loirinha sem noção, meio hippie, levanta a blusa para desconcentrar o ator gatinho e sem noção, ri tanto que pisei ali naquela parte que não se mexe, na base da esteira. Aí fui um pouco pra frente, e com o outro pé, perdi a noção da velocidade, não consegui tirar o que estava imóvel e caí de bunda na esteira. E como estava muito rápida, ela me levou pra trás e bati na esteira que fica atrás de mim.
Olha, nem doeu muito, mas a vergonha dói na alma.
Todo mundo parou de correr ou desfilar e foi lá me acudir.
Pronto, agora não estou mais com vergonha.
...dia em que caí da esteira.
Foi hoje. Ah, mas é claro, estava dando gargalhadas na tal velocidade 8.5 (não sei qual é a equivalente em metros por segundo ou quilômetros por hora).
Eu já contei aqui que as esteiras da minha academia têm televisão. A cabo.
Subi em uma delas, determinei a velocidade, meu peso e o tempo. Na hora que aquela engenhoca super moderna começou a levantar voo, mudei de canal e achei Warner, acho. Não importa, o que interessa é que estava passando Friends. Aquele que é Ação de Graças e eles resolvem jogar futebol americano.
Ah, gente, caí na gargalhada. Literalmente.
Eu lembro do acontecido em câmera lenta. Na hora que aquela loirinha sem noção, meio hippie, levanta a blusa para desconcentrar o ator gatinho e sem noção, ri tanto que pisei ali naquela parte que não se mexe, na base da esteira. Aí fui um pouco pra frente, e com o outro pé, perdi a noção da velocidade, não consegui tirar o que estava imóvel e caí de bunda na esteira. E como estava muito rápida, ela me levou pra trás e bati na esteira que fica atrás de mim.
Olha, nem doeu muito, mas a vergonha dói na alma.
Todo mundo parou de correr ou desfilar e foi lá me acudir.
Pronto, agora não estou mais com vergonha.
Segunda-feira, Junho 08, 2009
Que sabão o quê, o negócio são as pérolas
Agora me explica o que é que esse "Clube da Luta" tem de tão especial.
É muito estranho o jeito que as pessoas falam deste filme. É sempre com aquele ar de 'é um filme tão foda, mas tão foda (desculpem o palavrão), que é até difícil explicar. Mas que ele contém todas as respostas para as suas dúvidas, tem'.
Então é o seguinte. Para mim é um filme que fala de:
(Atenção, galera, que vem spoiler por aí, e se você é um dos únicos como eu que, depois de milhares de anos e até uma novela da Globo inspirada no filme, ainda não assistiu, não leia).
Voltando, para mim é um filme que fala de um cara surtado e pirado e maluco (as três coisas são a mesma, mas é necessário frisar), que desenvolve uma dupla personalidade e resolve acabar com o consumismo no mundo. Só.
Tem uns pintos no filme inteiro, só para falar daquela coisa chata de mensagem subliminar. Tá bom que vi o filme mil anos depois, mas este assunto já encheu o saco antes mesmo dele terminar, em 1932.
E pronto!
E tem outra: hoje eu vi fotos de pérolas no Digicol, lembrei da Maria Antonieta e estou querendo consumir sapatos, doces e vestidos cheios de frufrus e cor-de-rosas como ela consumiu.
Isso quer dizer que o filme pode ter provocado um efeito contrário do que aquela mensagem que, talvez, quisesse passar.
E o Brad Pitt nem estava lá estas coisas. Para dizer a verdade, acho que ele tem cara de macaco albino. Sempre tive essa impressão.
É muito estranho o jeito que as pessoas falam deste filme. É sempre com aquele ar de 'é um filme tão foda, mas tão foda (desculpem o palavrão), que é até difícil explicar. Mas que ele contém todas as respostas para as suas dúvidas, tem'.
Então é o seguinte. Para mim é um filme que fala de:
(Atenção, galera, que vem spoiler por aí, e se você é um dos únicos como eu que, depois de milhares de anos e até uma novela da Globo inspirada no filme, ainda não assistiu, não leia).
Voltando, para mim é um filme que fala de um cara surtado e pirado e maluco (as três coisas são a mesma, mas é necessário frisar), que desenvolve uma dupla personalidade e resolve acabar com o consumismo no mundo. Só.
Tem uns pintos no filme inteiro, só para falar daquela coisa chata de mensagem subliminar. Tá bom que vi o filme mil anos depois, mas este assunto já encheu o saco antes mesmo dele terminar, em 1932.
E pronto!
E tem outra: hoje eu vi fotos de pérolas no Digicol, lembrei da Maria Antonieta e estou querendo consumir sapatos, doces e vestidos cheios de frufrus e cor-de-rosas como ela consumiu.
Isso quer dizer que o filme pode ter provocado um efeito contrário do que aquela mensagem que, talvez, quisesse passar.
E o Brad Pitt nem estava lá estas coisas. Para dizer a verdade, acho que ele tem cara de macaco albino. Sempre tive essa impressão.
Sexta-feira, Junho 05, 2009
Túlia Maravilha
Fui jogar futebol com as meninas do trabalho na quarta-feira.
Não lembro se já havia jogado futebol na minha vida. Acho que não. Fiz dois gols e empatamos em 7 a 7.
Virei a Túlia Maravilha da banheira. Eu até queria ajudar na zaga, mas as meninas não deixavam. Mas graças aos meninos goleiros, fiz os dois gols. Ao goleiro do time adversário, porque é super frango, e ao goleiro do meu time, que me deu a força e a garra para conquistar aí esse resultado.
Agora vamos em frente, pensando no título, com muita força de vontade, sempre ouvindo os ensinamentos do professor. Vamos com tudo para o próximo jogo, esperamos aí que a gente façamos o melhor para conseguir um bom resultado aí neste próximo jogo também, assim como foi no de quarta.
Fiquei emocionadíssima depois que fiz meu segundo gol. Eu pensei que não pudesse fazer.
Fez tanto frio que a gente jogou de casacos.
Mas trocamos as camisetas no final do jogo.
E nem tinha platéia.
Corri tanto que estou toda dolorida até agora. Meus joelhos, então, ficaram super doloridos e estalantes.
Não lembro se já havia jogado futebol na minha vida. Acho que não. Fiz dois gols e empatamos em 7 a 7.
Virei a Túlia Maravilha da banheira. Eu até queria ajudar na zaga, mas as meninas não deixavam. Mas graças aos meninos goleiros, fiz os dois gols. Ao goleiro do time adversário, porque é super frango, e ao goleiro do meu time, que me deu a força e a garra para conquistar aí esse resultado.
Agora vamos em frente, pensando no título, com muita força de vontade, sempre ouvindo os ensinamentos do professor. Vamos com tudo para o próximo jogo, esperamos aí que a gente façamos o melhor para conseguir um bom resultado aí neste próximo jogo também, assim como foi no de quarta.
Fiquei emocionadíssima depois que fiz meu segundo gol. Eu pensei que não pudesse fazer.
Fez tanto frio que a gente jogou de casacos.
Mas trocamos as camisetas no final do jogo.
E nem tinha platéia.
Corri tanto que estou toda dolorida até agora. Meus joelhos, então, ficaram super doloridos e estalantes.
Quarta-feira, Junho 03, 2009
Tá frio, né
Pois é, o frio chegou, nem que seja só por esta semana. Ontem estava com frio no meu apartamento. E lá não tem lareira. Então resolvi ser uma pessoa prática e taquei fogo no meu rack. Só que não esperava que as labaredas fossem atingir a TV.
Queimei o rack e a televisão. Pelo menos ficou quentinho.
Fedeu um pouco a plástico queimado e deu curto-circuito no sistema elétrico da casa. Meu computador, que estava ligado, queimou e perdi todas as minhas conversas no MSN. Ah, e se você estava falando comigo no MSN ontem à noite, por favor, deixa o resto das conversas aí nos comentários. Detesto não terminar os assuntos.
Acho que vou ter de pintar as paredes e, principalmente, o teto.
Hoje não tive como andar descalça porque as lâmpadas estouraram com o curto-circuito e voou caco de vidro por toda a casa. Mas nem em dias sem cacos eu andaria descalça, ainda mais com este frio.
Fui dormir toda suja de fuligem. Hoje acordei e pensei que não poderia vir trabalhar assim tão sujinha. Tomei um banho. Gelado.
Pelo menos ontem ficou quentinho.
Queimei o rack e a televisão. Pelo menos ficou quentinho.
Fedeu um pouco a plástico queimado e deu curto-circuito no sistema elétrico da casa. Meu computador, que estava ligado, queimou e perdi todas as minhas conversas no MSN. Ah, e se você estava falando comigo no MSN ontem à noite, por favor, deixa o resto das conversas aí nos comentários. Detesto não terminar os assuntos.
Acho que vou ter de pintar as paredes e, principalmente, o teto.
Hoje não tive como andar descalça porque as lâmpadas estouraram com o curto-circuito e voou caco de vidro por toda a casa. Mas nem em dias sem cacos eu andaria descalça, ainda mais com este frio.
Fui dormir toda suja de fuligem. Hoje acordei e pensei que não poderia vir trabalhar assim tão sujinha. Tomei um banho. Gelado.
Pelo menos ontem ficou quentinho.
Segunda-feira, Junho 01, 2009
Momento desinspirador
Tem hora que eu acho que desaprendi a escrever.
Tô fazendo qualquer coisa no mundo, menos sentada na frente do computador. Me vem até uma ideia mais ou menos, só que na hora que eu sento para escrever, não sai. Nem à força.
Meio desesperador.
Queria deslanchar alguma história. Sentar um dia inteiro e escrever, escrever, escrever. Fazer uma coisa bacana. Mas parece que perdi a mão. Estou parecendo aquela escritora do 'Mais Estranho que a Ficção', que perde a inspiração de escrever ficção.
Pelo menos rima eu ainda sei fazer. Rima ruim, mas pelo menos é rima.
Para terminar este post tão pobre quanto a minha rima, uma música inspiradora:
Nosso amor é azul como o mar azul
Azul como as estrelas do meu coração
Azul como a baleia que pega avião
Azul!
(Acho que a letra não é bem assim, mas de qualquer forma, exemplifica o meu momento desinspirador).
Tô fazendo qualquer coisa no mundo, menos sentada na frente do computador. Me vem até uma ideia mais ou menos, só que na hora que eu sento para escrever, não sai. Nem à força.
Meio desesperador.
Queria deslanchar alguma história. Sentar um dia inteiro e escrever, escrever, escrever. Fazer uma coisa bacana. Mas parece que perdi a mão. Estou parecendo aquela escritora do 'Mais Estranho que a Ficção', que perde a inspiração de escrever ficção.
Pelo menos rima eu ainda sei fazer. Rima ruim, mas pelo menos é rima.
Para terminar este post tão pobre quanto a minha rima, uma música inspiradora:
Nosso amor é azul como o mar azul
Azul como as estrelas do meu coração
Azul como a baleia que pega avião
Azul!
(Acho que a letra não é bem assim, mas de qualquer forma, exemplifica o meu momento desinspirador).
Sábado, Maio 30, 2009
Filhos
Repare na lista dos livros que já li. Está aí do lado direito. Repare.
Eu já li todos os Harry Potters.
Só que eu comprei todos eles. Menos o último.
Agora está na hora de você me fazer a pergunta:
"Mas, Ludmilla, se você já leu, por que está comprando tudo, menos o último?"
É o seguinte, caro leitor: é que eu ainda terei filhos. E, se não tiver, vou adotar. Agora, também vou adotar se eu tiver filhos. Mas não fico sem cuidar de outras pessoas nesta vida. Tudo bem que cuidar de plantas é divertido, mas acho que tem mais gente precisando.
Então você, querido leitor invisível, não precisa fazer a seguinte afirmação:
"Ah, então você quer adotar crianças para não ter de ficar barriguda e ser gostosa para o resto da vida!"
Ah, para, né! Nem tão gostosa assim eu sou.
Mas então se você acha que histórias do Harry Potter são cópias demais, pois saiba que são cópias muito bem feitas.
E os filhos serão meus. Faço deles o que eu quiser.
Ah, e comprei menos o último porque eu já tenho o último.
Eu já li todos os Harry Potters.
Só que eu comprei todos eles. Menos o último.
Agora está na hora de você me fazer a pergunta:
"Mas, Ludmilla, se você já leu, por que está comprando tudo, menos o último?"
É o seguinte, caro leitor: é que eu ainda terei filhos. E, se não tiver, vou adotar. Agora, também vou adotar se eu tiver filhos. Mas não fico sem cuidar de outras pessoas nesta vida. Tudo bem que cuidar de plantas é divertido, mas acho que tem mais gente precisando.
Então você, querido leitor invisível, não precisa fazer a seguinte afirmação:
"Ah, então você quer adotar crianças para não ter de ficar barriguda e ser gostosa para o resto da vida!"
Ah, para, né! Nem tão gostosa assim eu sou.
Mas então se você acha que histórias do Harry Potter são cópias demais, pois saiba que são cópias muito bem feitas.
E os filhos serão meus. Faço deles o que eu quiser.
Ah, e comprei menos o último porque eu já tenho o último.
Quarta-feira, Maio 27, 2009
Vai dar uma volta, vai
Cansada.
Acabei de voltar da aula de pilates. Não era pra ser assim, mas parece que meu coração está explodindo dentro da costela. Parece que ele quer sair e respirar um pouco.
Tchau. Vou dormir.
Acabei de voltar da aula de pilates. Não era pra ser assim, mas parece que meu coração está explodindo dentro da costela. Parece que ele quer sair e respirar um pouco.
Tchau. Vou dormir.
Terça-feira, Maio 26, 2009
Plantinhas
Comprei uma flor branca no final de semana e toda vez que olho tem um broto nascendo. Que linda!
Também comprei um adubo para as folhas da minha ficus, tomara que ela fique linda e cheia de folhas.
Tchururu
Também comprei um adubo para as folhas da minha ficus, tomara que ela fique linda e cheia de folhas.
Tchururu
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